terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Vacina impede a ação do crack e da cocaína



O crack e a cocaína são preparados a partir da extração de uma substância alcalóide da planta Erythroxylon coca, encontrada na América Central e América do Sul. Essas drogas são sintéticas (produzidas em laboratório) e consideradas psicotrópicas, pois atuam no sistema nervoso central do indivíduo, provocando uma passageira euforia, excitação, sensação de onipotência, falta de apetite, insônia e um ilusório aumento de energia. Esses sintomas de euforia quando passam, geram uma enorme depressão ao usuário, resultando em uma busca maior por outras e maiores quantidades da droga. O crack é cerca de cinco vezes mais potente que a cocaína. Tal substância faz com que a dopamina, responsável por provocar sensações de prazer, euforia e excitação, permaneça por mais tempo no organismo. Outra faceta da dopamina é a capacidade de provocar sintomas paranóicos, quando se encontra em altas concentrações.
 A vacina desenvolvida pela Faculdade de Medicina Weill Cornell, em Nova York, já foi testada com sucesso. O princípio da vacina é o de vincular uma quantidade bem pequena da droga a uma proteína inofensiva. A substância resultante da combinação, ao ser injetada no organismo do dependente, faz com que seu sistema imunológico produza anticorpos contra a cocaína e a proteína. Estes anticorpos ‘seguram’ a cocaína no sangue e evitam que ela chegue ao cérebro, prevenindo efeitos da droga como euforia. A injeção pode servir para evitar recaídas dos indivíduos dependentes sob tratamento, e também contra o vício em crack, entre outras funções. Ela não causou efeitos colaterais, mas mostrou ter duração limitada, além disso, a vacina não elimina a dependência química e psíquica - o dependente sente falta da droga e continua tendo vontade de consumi-la. A diferença é que, se ele fizer isso, não obterá efeito. Por isso, a vacina não dispensa o acompanhamento psicológico. Mas poderá ser de grande ajuda para quem luta contra o vício. A vacina impede a ação da cocaína e crack falta da droga e continua tendo vontade de consumi-la. A diferença é que, se ele fizer isso, não obterá efeito. Por isso, a vacina não dispensa o acompanhamento psicológico. Mas poderá ser de grande ajuda para quem luta contra o vício.

 Testes da vacina

Os testes, até agora, indicaram que 40% dos vacinados tiveram redução no uso da cocaína. Após receber as aprovações necessárias do governo dos EUA, a vacina deve estar disponível também em farmácias. Os testes em humanos poderão ser realizados em breve. Não há, atualmente, nenhuma vacina aprovada pelo FDA para qualquer tipo de vício de drogas.

Efeitos do crack


Como a vacina foi produzida?



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